Uma crítica ácida ao intelectualismo

A editora Estação Liberdade publica no ano do centenário da imigração, o livro ”Eu sou um gato“, a primeira tradução em português da obra de Natsume Soseki, um dos maiores nomes da literatura japonesa moderna.
A obra conta a história de um gato, narrador deste romance, que depois de passar por algumas adversidades, acaba parando numa casa onde é acolhido por Chinno Kushami, um professor mal-humorado e estagnado em sua completa falta de perspectiva.
O gato ridiculariza de maneira demolidora a vida da intelectualidade do Japão da Era Meiji, mostrando a fragilidade do professor e daqueles que o cercam.
Sugerindo-se sempre como um ser de raça superior, o animal, com sua pesada munição e ares de dândi, não poupa nada nem ninguém. Sua linguagem é carregada de sarcasmo quando o assunto é o ser humano. Mesmo quando há uma ternura, esta é impregnada de deboche.
Por Redação Made in Japan às 17:28 de 01/05/2008



Gostei do blog e parabéns pelo aniversário de cem anos da imigração japonesa. Eu e minha esposa Marina Aramaki, descendente e professora de japonês estamos coordenando as festividades em Sergipe e, além de alguns eventos que estamos preparando, criamos também e acrescentamos ao símbolo do Centenário, um símbolo que representa o nosso estado e a nossa capital, pelos setenta anos da chegada da família ARIKAWA em nosso estado, no ano de 1938, hoje representada pela senhora Noriko Arikawa (atualmente com 85 anos). Se for possível, gostaríamos que publicassem nossos eventos - respondam-nos que os mandaremos - e, do mesmo modo, precisamos do endereço real ou eletrônico para conseguirmos filmes antigos (em DVD), para exibir aos descendentes, amigos e admiradores da cultura nipônica. Atenciosamente, Nilton Vieira Lima e Marina Marie Aramaki
NILTON VIEIRA LIMA
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