
Experimentando o mochi
Tradicional bolinho de arroz guarda muitos sabores
30.01.2012

Renata e Denis experimentaram três tipos de mochi
Apesar de estar relacionado à época de festividades, o mochi (bolinho de arroz sovado) é um alimento consumido durante o ano inteiro. Já que é assim, escolhemos Renata Garcia, assistente de redação da Editora JBC, e o designer Denis Kimura para uma pequena degustação das variedades encontradas em São Paulo.
Segundo a tradição, comer mochi no primeiro dia do ano fortalece os laços familiares. Diferente de um onigiri (bolinho de arroz) que se desmonta quando jogado na água, no mochi, os grãos foram sovados e, por isso, se mantêm unidos; da mesma forma que uma família se mantém, enfrentando desavenças e dificuldades.
Características
Não é qualquer arroz que pode ser usado no preparo do mochi. A receita exige um tipo de grão curto que se torna particularmente pegajoso depois de cozido, chamado mochigome (arroz de mochi, em japonês) ou arroz glutinoso, geralmente empregado na cozinha oriental.
O resultado são bolinhas brancas macias com textura borrachuda, que depois de grelhadas são servidas com shoyu e nori ou dentro de sopas. Quando desidratada e frita, a massa se transforma no okaki, tradicional salgadinho japonês.
Versátil, o mochi adoçado e colorido é a base de dezenas de doces tradicionais japoneses, como o kinako mochi, sakura mochi e dango, entre tantas outras variações conforme o preparo e os demais ingredientes. Versões mais modernas chegam a criar sabores inusitados, como morango, laranja, melão e lichia!
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