Ginza, o bairro que é um luxo!
Bairro vem sendo desbancado por Omotesando, destaque da Made in Japan 107
11.08.2006

Funcionária da loja Dior usa luvas para manusear as bolsas
Embora o Japão seja um país com baixo índice de roubos e assaltos, algumas lojas adotam medidas preventivas, contratando seguranças para fiscalizar o movimento. Educados e discretos, eles até saúdam o cliente com o tradicional “irashaimasse”, que em português quer dizer seja bem-vindo.
Como em todos os outros grandes centros do Japão as lojas de departamentos também estão presentes em Ginza. Os depatos Matsuya, Matsuzakaya, Seibu e Mitsukoshi, cuja entrada é guardada por uma indefectível estátua de leão, estão entre os mais visitados. Depois de conhecer as lojas de grife, pode-se ter a impressão de que Ginza é um templo de consumo para poucos, devido aos preços exorbitantes. Mas, em algumas ruas, é possível encontrar produtos mais acessíveis. Nas ruas, blusas de 6 mil ienes (48 dólares) são vendidas em araras, que fazem lembrar – apenas lembrar – bairros de comércio popular.
Há também lojas mais populares, que deixam araras na calçada Em meio ao comércio, edifícios imponentes mostram que Ginza é também um importante pólo no mundo dos negócios. Quase todas as grandes corporações japonesas possuem escritório no bairro. É de lá, por exemplo, que o CEO da Nissan, Carlos Ghosn, comanda a montadora japonesa.
Rerportagem: Marianne Nishihata, de Tokyo
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